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Novo blog

Meu blog mudou. O novo endereço é http://bybel.blogspot.com/

Espero todos vocês por lá.

Beijos

Bel

Blog da Mams!

Dona Arilda agora virou blogueira. Sucesso total!

Visitem e comentem.

 

 

Eu não me aguento!

Mais um agora!!!!

Foto da Didi no blog da Época!

A linda foto da privada, minha filhota que fez!

http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/#542414

Meus filhos são o máximo mesmo!

Ui, ui!

Como se não bastasse a alegria do palmeiras ser Campeão Paulista, ainda saiu a análise do jogo, feita pelo Thomas, no jornal Lance! de hoje.

Maior orgulho ao quadrado!

 

Encontro Bom

Assisti ontem na GNT um programa (SER OU NÃO SER) que explorou uma teoria de Spinoza, sobre o bom ou o mau encontro. Segundo ele, não existe o BEM ou o MAL, mas só BONS ou MAUS ENCONTROS.

Abaixo o texto tirado do site do Fantástico, onde o mesmo programa foi exibido em 2005. Bem interessante!

Para o filósofo holandês Spinoza, Deus não é uma entidade ou força original, o princípio criador de tudo o que existe. Na verdade, tudo o que existe é Deus. Todas as coisas e criaturas formam uma grande unidade universal, infinita e eterna – um todo.  Spinoza também chamou esse todo – Deus – de natureza, ou substância.

Se tudo faz parte de uma grande unidade, não existe diferença entre criador e criatura. Tudo o que existe no mundo e todas as pessoas são manifestações de Deus.

Pense numa bateria de escola de samba, que une os diferentes instrumentos num som único, em uma só pulsação. Deus, ou natureza, é a unidade que se manifesta em todas as diferentes coisas que existem no mundo.

“A escola é um corpo, a gente tem que ter um coração, uma batida só”, explica mestre Paulinho. 

Mestre Paulinho, à frente da bateria da Beija-Flor de Nilópolis é o líder que tem a tarefa de permitir essa unidade.

Tem que estar focado, em atenção na avenida. Fica todo mundo imbuído num só objetivo, que é a nota máxima. Isso só acontece quando todos estão com o pensamento único.

Se tudo é uma unidade e não existe diferença entre criador e criatura, então também não existe o bem e o mal. Ninguém é simplesmente bom ou mau. Para Spinoza, o que existe são apenas bons e maus encontros.

Mas o que é um bom encontro?

México, 1970: a Copa que reuniu Carlos Alberto, Rivelino, Gerson, Tostão, Jairzinho e o rei Pelé foi um encontro histórico de gênios do futebol.

Foi uma seleção que marcou. Realmente, é considerada até hoje uma das maiores seleções que o mundo já viu. Foi fantástico.

Zagallo, você com toda essa experiência que você tem de vencedor, o que fez a Copa de 70 adquirir aquela junção tão perfeita? Porque eu acho que perfeito é um nome que a gente pode usar para aquele grupo. “Houve um tempo que hoje já não existe mais. Nós trabalhamos durante três, quatro meses antes de uma Copa do Mundo. E esse tempo ia unindo cada vez mais os jogadores, existia uma intimidade”, diz Zagallo.

 “Foi uma seleção que não foi um ou dois jogadores que decidiram. Foi um grupo. O Paulo, o movimento que ele fazia eu já sabia. O Jairzinho tinha um movimento, o Pelé tinha o dele, o Tostão, o Gerson. A gente já sabia, a gente se conhecia muito”, afirma Rivelino. 

“O Gerson era o meu jogador, como se fosse um técnico dentro de campo. Porque ele sabia o que eu queria. Então, eu tinha uma maneira, às vezes, de fazer um, dois e três… Então, o gesto que eu fazia, ele entendia o que eu queria dentro de campo”, conta Zagallo. 

Se um time dá certo, é um corpo pulsando, com líder, com as individualidades. Para o Gerson jogar, ele não pode ser dividido em corpo e alma, não é, Gerson? “Você é todo pressão. É todo sentido. Você joga com tudo”, diz Gerson.  

Spinoza dizia que é da natureza de todos os corpos, incluindo o humano, afetar e ser afetado por outros corpos. A vida é um permanente jogo de encontros. Se nesse jogo, um corpo combina com o nosso, as forças se somam e acontece um aumento da nossa potência, que para Spinoza é alegria. Alegria se traduz em ação. Para o filósofo, este é o bom encontro.

Na Copa de 70, os talentos individuais se encaixaram, se complementaram, formando uma unidade.

Mas nem sempre essa reunião dá certo. Você pode ter grandes jogadores, juntar esses jogadores e não formar um time, não é isso? “Pode. Não adianta botar só craque jogando com posições indefinidas, que não chega a lugar nenhum”, aponta Zagallo. 

Assim como um time pode não funcionar em campo, uma bateria pode perder o ritmo na avenida, a sincronia entre os instrumentos. “E isso é fatal para a escola de samba. Porque a bateria desandando, automaticamente serão oito quesitos que serão prejudicados pela nossa falta de atenção”, explica mestre Paulinho. 

Para Spinoza, quando os corpos não compõem uma unidade, não combinam, uma força desintegra a outra. Mais ou menos como uma bateria desencontrada. Isso leva a uma diminuição da potência, a um enfraquecimento. É o mau encontro.

O mau encontro é quando as forças se juntam, mas uma impede a ação da outra, uma deteriora a força da outra. Esse enfraquecimento gera tristeza, que se manifesta como falta de ação, passividade.
 
Será que você já não se sentiu preso a um relacionamento que o enfraquece e diminui, que de certa forma mina sua força? Isso é um mau encontro.

Por outro lado, o bom encontro traz um transbordamento de vida e potência, como na Copa de 70. Uma grande união, que também foi feita de pequenos bons encontros, como o de Zagallo e Gerson.  “Foi um bom encontro, não tenha dúvida”.  

“Porque eu sou fã dele, nós somos amigos dentro e fora do campo. Eu não podia ser dirigido por outro. Um trouxe o complemento para o outro”, retruca Gerson.

“O gol faz parte da nossa alegria. Sem o gol, a gente não vive”, filosofa Zagallo.

Toda ação, para Spinoza, é alegre – porque manifesta o que ele chama de deus, ou natureza. Deus é ação. O que nasceu do bom encontro entre os ídolos da Copa de 70 foi uma força tão poderosa que mobilizou um país. “Noventa milhões torcendo a nosso favor”, lembra Zagallo. 

“É indescritível”, diz Gerson.

“Foi uma copa especial, né?”, fala Rivelino.

Já reparou que muitas vezes você fica alegre sem nenhuma razão? A alegria não precisa de motivos, como uma Copa do Mundo. Ela é simplesmente a expressão do prazer de estar vivo.

“Deu tudo certo, e nós conquistamos o mundo”, relembra Zagallo.  

Que delícia aquela lavada no São Paulo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

 

E serviu pra desmascarar o marketing do Rogério Ceni, que é bom moço quando ganha, mas não sabe perder.

Dá-lhe verdããããõooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Muito bom!!!!!!!!!!!

Mulheres-anjos

Recebi essa crônica da Lu, por e-mail. Bem bacana. Somos nós!!!!

Certo dia, parei para observar mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas… são espiãs.
Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.

Pare para refletir sobre o sexto sentido. Alguém duvida que exista?  E como explicar que ela sabia exatamente qual mulher, entre as presentes em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?  E quando ela antecipa que tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento? 

E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar o casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar avião para São Paulo, só 30 min de vôo. Ela fala pra você levar um casaco que “vai fazer frio”. Você não leva. O que acontece? O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase 2h, depois que você já entrou e antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar do frio que faz lá dentro! Começam os murmúrios: “bem que minha mãe avisou”, “a minha namorada chegou a tirar o casaco do armário e eu não quis trazer”… As passageiras simplesmente tiram o casaco das bolsas… Como elas sabiam?

O sexto sentido não faz sentido! É comunicação direta com Deus! Assim é muito fácil…

As mulheres são mães! E preparam, literalmente, gente dentro de si. Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal? E, não satisfeitas em gerar a vida, elas insistem em ensinar a vivê-la.

Fala-se em “praga de mãe”, “amor de mãe”, coração de mãe”… tudo isso é meio mágico. Talvez Ele tenha instalado um dispositivo “coração de mãe” nos anjos da guarda de seus filhos…

As mulheres choram, vazam ou extravasam? Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um “não sei o quê” que não quer chorar, um “não sei o quê” de fragilidade, de amor, de tempero divino, que tem um poder devastador sobre os homens. É choro feminino, é choro de mulher…

Já viram como as mulheres conversam com os olhos? Elas conseguem pedir uma a outra para mudar de assunto com apenas um olhar. Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar … e apontam uma > terceira pessoa com outro olhar… Quantos tipos de olhar existem? Elas conhecem todos…

Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens e é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens – en-fei-ti-çam!

E tem mais: no tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de humanas? Para estudar os homens, é claro, embora algumas disfarcem e estudem exatas…

Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como pouco, o comportamento humano, dizia que a mulher era um continente obscuro… Quer evidência maior do que essa?

Qualquer um que ama se aproxima de Deus. E com as mulheres também é assim. O amor as leva para perto Dele já que Ele é o próprio amor. Por isso, dizem estar nas nuvens quando apaixonadas…

É sabido que as mulheres confundem sexo e amor… isso seria uma falha se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida. Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.

Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo. Mas elas são anjos depois do sexo-amor. E é nessa hora que sentem o próprio amor encarnado… e voltam a ser anjos!

(Luis Fernando Veríssimo)